Dizem
que uma mentira contada muitas vezes acaba se tornando verdade. E, logicamente,
essa tese também vale para o futebol. Conheça dez histórias que se perpetuaram
através dos tempos, mas que não passam grandes equívocos...
10
- As cores do Juventus-SP
– Dizem que o grená e o branco do Moleque Travesso seriam derivados dos
uniformes das duas agremiações de Turim, porém, era uma homenagem à Fiorentina,
só que desbotou;
9
- Cartão amarelo após pênalti – Muitos comentaristas, após um pênalti, reclamam pelo cartão
amarelo ao infrator. Mas não há isso na regra!
8
- As duas listras em vez de três na camisa de Cruyff – Não foi por ideologia, mas pelo
contrato do mesmo com a rival da Adidas, a Puma.
7 - A lesão de Reinaldo em 1982 – Muitos lamentam a suposta lesão que
tirou Reinaldo da Copa da Espanha, onde Serginho se mostrou incompatível com a
leveza de Zico & Cia. Contudo, o ídolo atleticano pouco participou da reta final daquele
ciclo. O desfalque, este sim por lesão, foi Careca;
6 - O Caso Sandro Hiroshi – Boa parte da imprensa noticia que em
1999 o São Paulo foi penalizado por conta do "gato", mas a verdadeira
razão foi o bloqueio do passe de Hiroshi;
5
- Os cinco camisas 10 de 1970
– É muito comum ouvirmos que a Seleção de 1970 tinha cinco camisas 10 entre os
titulares, mas, na verdade, Gérson e Tostão usavam a camisa 8 em seus clubes.
Sem falar que as características eram bem diferentes;
4
- A perna quebrada por Chicão
– Muitos acreditam que o são-paulino Chicão foi o responsável pela dividida que
resultou na perna fraturada de Ângelo do Atlético Mineiro na final do
Brasileirão de 1977. Contudo, o jogador do São Paulo que provocou a lesão foi Neca;
3
- A fila do Corinthians contra o Santos –
Até hoje noticiada pelos veículos como 11 anos sem vencer o Santos de Pelé. Todavia,
esses 11 anos eram apenas pelo Campeonato Paulista. Pelo Rio-São Paulo e em amistosos,
o Timão venceu, sim, o Santos nesse período;
2
- O corte de Romário em 1998
– Não é difícil encontrar quem diga que Romário foi injustamente cortado da
Seleção e que o Baixinho se recuperou da lesão muscular a tempo de jogar pelo
menos da final daquele Mundial. É verdade que Romário atuou num amistoso entre
Flamengo e Internacional durante da Copa da França, mas foi no sacrifício, só
para mostrar que podia entrar em campo. Logo depois, o centroavante ficou cerca
de dois meses de molho, desfalcando o rubro-negro;
1
- Final de 1950 – Brasil
1x2 Uruguai de 1950 não foi a final daquele Mundial porque, simplesmente, não
houve final. O campeão Uruguai foi o vencedor do quadrangular decisivo numa
partida em que o Brasil teria ficado com a Jules Rimet caso empatasse o jogo.
Colaborou
Yuri Barros
E
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