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domingo, 7 de abril de 2013

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
O fim dos pontas
Vanderlei Luxemburgo estava em alta em 2005. Então treinador do Real Madrid, pediu a contratação de Robinho e a negociação de Luis Figo. Participando do programa “Bem, Amigos” do canal Sportv, o técnico deu uma curiosa explicação para a saída do português: “Os pontas estão acabando no futebol mundial. Os meias e atacantes devem se deslocar conforme a movimentação da bola.”
O veterano comentarista Alberto Helena Júnior discordou com veemência: “Grandes times e seleções da Europa atuam com pontas e usam o 4-3-3. No Manchester United, o Giggs...” Luxemburgo interrompe: “O Ferguson está louco para se livrar do Giggs!” O debate começou a ficar quente quando o apresentador Galvão Bueno, infelizmente, interferiu: “Não vamos ficar falando de tática aqui, né?” E encerrou a discussão.
Como se sabe, os pontas (com os devidos ajustes em suas funções) estão longe de se extinguir. Os sistemas 4-2-3-1 e 4-3-3 necessitam de jogadores capazes de atuar pelos flancos e se aproximar do centroavante, o que indica que tais módulos terão vida longa. Quando me recordei da auto-suficiência que Luxemburgo demonstrou naquela noite, percebi o quanto Paulo Autuori estava certo ao falar sobre a arrogância dos treinadores brasileiros. Mas, naquele momento, o atual comandante do Grêmio estava tão seguro que parecia um visionário prevendo o futuro.
Estava errado.
Em tempo: Ryan Giggs completou no mês de março seu 1000º jogo com a camisa do Manchester United. Agora não atua tanto como autêntico ponteiro, porém, Ferguson já manifestou o desejo de permanecer com o galês por mais uma temporada, pelo menos.
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sábado, 6 de outubro de 2012

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
A noite de Romário
Barcelona e Real Madrid se enfrentam neste domingo e com a chegada do maior clássico do mundo estão as lembranças de grandes duelos. Na temporada 1993/94, Romário marcou para sempre seu nome no encontro ao anotar três vezes sobre o rival na goleada por 5 a 0. Naquele momento, se ainda restava alguma dúvida se o Baixinho seria o condutor da Seleção Brasileira na Copa dos Estados Unidos elas se dissiparam após essa exibição de gala.
Um ano depois, os Merengues devolveram a goleada novamente com um hat-trick, dessa vez anotado pelo chileno Ivan Zamorano. Curiosamente, o craque dinamarquês Michael Laudrup estava no lado vencedor nas duas ocasiões. 
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
O tiozinho de Old Trafford
Há alguns dias, publiquei um post sobre o que espero de um comentarista esportivo e como ex-jogadores muitas vezes pecam pela arrogância quando não se preparam corretamente para trabalhar nessa função tão diferente daquela que os consagrou. Para muitos deles, o simples fato de ter jogado profissionalmente já habilita a comentar uma partida melhor do que um jornalista especializado. Como sempre discordei dessa visão, relembro aqui uma passagem emblemática envolvendo esses dois extremos.
No início dos anos 2000, a Band transmitia jogos da Premier League e reunia, além do narrador Nivaldo Prieto, o ex-jogador Neto e o jornalista Mauro Beting nos comentários. Em Old Trafford, o Manchester United fazia jus ao mando de campo e dominava seu adversário. Em dado momento, após boa trama dos Red Devils, a TV mostrou a imagem de um sorridente senhor nas tribunas. “O tiozinho ali gostou”, disparou Neto. “Aquele ‘tiozinho’ é Sir Bobby Charlton. Lenda da seleção inglesa e maior jogador da história do Manchester United”, completou Beting.
Precisa dizer mais?    
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Super Ézio.
O Fluminense e o futebol brasileiro estão de luto. Faleceu nessa quarta-feira o ex-atacante Ézio, vítima de câncer no pâncreas. Centroavante de faro goleador, é o nono maior artilheiro do clube tricolor com 118 gols em 238 jogos. Super Ézio, como ficou conhecido, tinha 45 anos e deixou esposa e dois filhos...
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domingo, 6 de novembro de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
A pressa é sempre inimiga.
É normal entre os fãs de futebol a necessidade de cravar o futuro de um garoto bom de bola. Aliás, faz parte da pressa dos dias de hoje, onde as notícias da última semana parecem ser de um passado longínquo. Agora, a bola da vez é Neymar. Surgem a todo o momento novas comparações com craques consagrados, numa ânsia desenfreada de estabelecer logo em que patamar o jogador do Santos está na história do futebol.
Isso me fez lembrar o distante 1996. No primeiro semestre daquele ano, Zagallo, técnico da seleção, buscava sua dupla de ataque ideal após decidir que Romário não faria parte do grupo que tentaria a conquista do ouro nos Jogos de Atlanta. Um dos titulares era Bebeto, campeão do mundo dois anos antes e um dos três jogadores acima dos 23 anos (os outros eram Aldair e Rivaldo) que foram escolhidos pelo Velho Lobo. Ao lado do atacante baiano, o nome preferido era o de Sávio, estrela do Flamengo e uma das maiores promessas brasileiras para as Olimpíadas e o Mundial da França. Marques e Amoroso também brigavam pela vaga, enquanto Ronaldo do PSV, que ainda se recuperava de uma cirurgia no joelho, parecia uma opção distante e pouco interessante.
Todavia, por uma manobra do destino, Marques se lesionou a poucos dias da convocação e abriu espaço para o futuro fenômeno entre os 18 convocados. Nos EUA, Ronaldo não precisou de muito tempo para mostrar quem era o verdadeiro titular da posição, anotando seis gols na campanha. O Brasil ficou apenas com o bronze, mas o centroavante, que se apresentou ao Barcelona logo depois, deixou claro qual seria seu lugar na história. Por sua vez, Sávio não fracassou na carreira. Pelo contrário. Negociado com o Real Madrid, o ponta foi titular em diversas ocasiões e conquistou muitos títulos, mas nunca chegou a ser o que dele se esperava.   
Denílson foi um caso semelhante. Nasceu no São Paulo como uma espécie de Garrincha canhoto, encarnando o espírito dos velhos ponteiros. Era a primeira opção de banco na Copa de 1998, porém, não passou nem perto de corresponder às expectativas. Vendido ao Betis por 32 milhões de dólares, foi durante anos o jogador brasileiro mais caro da história. Descrever a passagem de Denílson pela Espanha como fracasso seria eufemismo. A contratação do brasileiro pelo clube andaluz seguramente figura entre as piores da história na relação custo-benefício. Ao todo, foram 33 gols em 186 partidas, nenhum título conquistado e um rebaixamento no currículo.
O ano de 2002 marcou o surgimento da dupla Diego e Robinho. À época era impossível falar de um sem mencionar o outro. Eles eram arco e flecha a serviço do Santos campeão brasileiro daquele ano. Diego era técnico, cerebral, um perfeito maestro. Robinho era o drible, a velocidade e a fantasia. Lembro-me até a hoje da coluna de Juca Kfouri no jornal Lance! do dia seguinte: “Feliz do Santos que um dia teve Pelé e hoje tem Pelé (Robinho) e Maradona (Diego).” Desnecessário explicar o absurdo da observação, mas a verdade é que Diego e Robinho realmente eram vistos como os futuros craques do Brasil. Não foi o que se viu. Robinho, que sem modéstia se anunciava como futuro melhor do mundo, pelo menos disputou duas Copas, foi muito importante na Era Dunga e tem mais prestígio atualmente. Por sua vez, Diego tenta reerguer sua carreira no Atlético de Madrid após frustrantes passagens por Juventus e Wolfsburg.  
Hoje, coincidentemente, Ganso e Neymar repetem a história no mesmo clube paulista. Muitos veem em Ganso a figura do clássico meia armador há muito perdida em nosso futebol. Infelizmente, as frequentes lesões o deixaram à margem da evolução do amigo, pois Neymar é a nova febre do Brasil. É adorado por crianças e adultos. Seus gols e dribles são mostrados a exaustão e muitos juram que o santista já atingiu o patamar de Messi e Cristiano Ronaldo, mesmo sabendo que sem uma transferência para a Europa é praticamente impossível a comparação.  Mas existe a pressa, a necessidade compulsiva de se classificar definitivamente um atleta de apenas 19 anos. Que tal deixar o garoto traçar seu caminho? Como vimos acima, não faltam exemplos de promessas que não se cumpriram.
Imagens: Lancenet, Reuters, IG e Gazeta Press          
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
757.
A semana da Internazionale foi tão conturbada com a demissão do técnico Gian Piero Gasperini e com a contratação de Claudio Ranieri que uma marca histórica quase passou em branco. Na partida em que os Nerazzurri perderam para o caçula Novara por 3x1, o capitão Javier Zanetti completou 757 partidas pelo clube, superando assim, o lendário Giuseppe Bergomi e se tornando o jogador que mais vezes vestiu a camisa da Inter.
Mas o “Além das Quatro Linhas” não se esqueceu dessa importante data e presta aqui a sua homenagem ao eterno Capitano. Afinal, ele merece...
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Parabéns, Zagallo.
Num tempo em que torcer pela Seleção Brasileira e gostar de seu próprio país se tornou piegas na visão dos mesmos que acham linda a relação dos uruguaios com a Celeste Olímpica, Mário Jorge Lobo Zagallo segue na contramão. Personagem intimamente ligado às passagens mais vitoriosas do futebol brasileiro, o Velho Lobo provavelmente é a figura mais subvalorizada de nossa história.
Campeão do mundo como jogador, treinador e coordenador, Zagallo chega aos 80 anos lúcido e franco como sempre foi. As mesmas lucidez e franqueza que o fizeram enxergar a maneira mais correta para encaixar todos os craques no meu time em 1970, ainda o guiam para brecar aqueles que imaginam Ronaldinho Gaúcho como meio-campista do Brasil em 2014.    
Hoje, neste espaço, recordo um momento marcante de sua carreira como comandante da Seleção. Campeão da Copa América de 1997 na altitude boliviana, desabafou contra seus críticos de maneira feroz e, de quebra, cunhou uma frase que se incorporou para sempre ao nosso vocabulário futebolístico. Essa não tem como esquecer...
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domingo, 17 de julho de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
A maior alegria que o futebol me deu.
Como bem lembrou o jornalista Pedro Venancio em seu twitter, completam-se hoje 17 anos do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira. Frequentemente criticado, o título conquistado nos Estados Unidos tirou o Brasil de uma fila que já durava 24 anos e, de quebra, ajudou a resgatar a auto-estima do povo brasileiro, abalada após anos de derrotas dentro e fora dos gramados.
Outra marca do Mundial de 1994 foi a reunião de diversos craques como poucas vezes se viu. Além dos campeões Romário e Bebeto, também desfilaram por gramados estadunidenses feras como Baresi, Maldini, Baggio, Maradona, Redondo, Batistuta, Koeman, Bergkamp, Rijkaard, Overmars, Hierro, Stoichkov, Hagi, Brolin, Klinsmann, Matthaus, Preud’homme, Scifo e Roger Milla, uma constelação como poucas vezes se viu.
E de todas as lembranças que eu tenho do futebol o som de Galvão Bueno gritando “Acabou! Acabou! É tetra! É tetra” é sem dúvida a melhor.
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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
43 do 2º tempo.
Tudo bem, era apenas um Estadual. Além disso, era a terceira conquista consecutiva do Flamengo no Campeonato Carioca. Ou seja, uma análise fria diz que comemorar o gol de falta marcado por Dejan Petkovic contra o Vasco em 2001 depois de 10 anos é um exagero. Mas não é. A carga dramática daquela partida, o rival forte e em vantagem no confronto, a falta sendo marcada nos minutos finais, tudo isso deu ao golaço de falta anotado pelo sérvio uma aura quase mística.
Não me envergonho em dizer que aquele momento está entre as maiores alegrias que o futebol me proporcionou. Quando o camisa 10 ajeitou a bola, de alguma forma, eu sabia que aquela bola entraria. Algo que não consigo explicar o quê me dava essa certeza. Talvez por isso e não tirei os olhos da TV nem por um segundo. A bola sim, saiu do enquadramento da câmera por uma fração de segundo. Tudo para voltar no ângulo do goleiro Hélton que nada pôde fazer.
Inesquecível...
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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Nilton, 86.
Hoje, 16 de maio de 2011, uma lenda do futebol brasileiro completa 86 anos. Craque verdadeiro, Nilton Santos foi um dos maiores laterais de todos os tempos e um dos responsáveis pela maneira como os jogadores da posição atuam hoje. Extremamente técnico, recebeu o apelido de Enciclopédia.
Nesta importante data, relembro uma de suas últimas aparições em programas esportivos, um momento recheado de bom humor e uma boa pitada de ironia.
Perguntado pelo apresentador Milton Neves se no tempo dele era mais difícil chegar à Seleção, Nilton foi enfático:
“Era muito mais difícil. Antes, era preciso ter muita técnica. Hoje, qualquer um é convocado. Veja o Jardel (ex- Grêmio e Porto). Para ele matar uma bola, só se for com um revólver.”
Gargalhada geral...
Crédito da Imagem: Globo Esporte
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terça-feira, 19 de abril de 2011

Lembra desse?!

Aquele lance ou momento que você, por um motivo ou outro, nunca esqueceu.
Os Coringas.
Além de ser um dos melhores atores do Brasil, Dan Stulbach é um apaixonado por futebol e pelo Corinthians. E quem já teve a oportunidade de vê-lo participando de algum programa esportivo, deve ter notado que ele acompanha tudo o que rola no mundo da bola.
E foi justamente por causa do futebol que o ator viveu uma de suas histórias mais divertidas. Era 1998 quando Dan e dois amigos viajaram à França para acompanhar a Seleção Brasileira que buscava ali seu pentacampeonato. Logicamente, a participação do trio não seria das mais discretas. Vestidos como os coringas do baralho, estavam sempre presentes na torcida brasileira.    
Todavia, a equipe comandada por Zagallo sofria com a má preparação realizada para aquele Mundial e uma das peças mais contestadas do time era o veterano atacante Bebeto. Prato cheio para os críticos “coringas” que homenageavam o tetracampeão a cada vez que ele pegava na bola: “BE-BE-TO, V...! BE-BE-TO, V...!” entoavam insistentemente.
Eis que é marcado um escanteio para o Brasil. E quem vai para a cobrança? Bebeto, claro. Só que a poucos metros da marca estavam os coringas. O baianinho encaminhou-se para a bola ainda ouvindo o corinho. Foi então que Bebeto olhou diretamente para eles e faz uma cara como se pedisse: “Pô, parem de me vaiar!” Imediatamente, o grito mudou: “BE-BE-TÔO! BE-BE-TÔO!”
Bola levantada na área e... gol do Brasil! César Sampaio de cabeça, após cobrança de escanteio de Bebeto. Então, o camisa 20 se virou para os coringas, beijou o escudo e apontou para a embasbacada trupe que o aplaudia como nunca.     
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Lembra desse?!

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Os bons tempos do Calcio.
Após a dramática classificação diante do Bayern de Munique, a Internazionale é a única equipe italiana que ainda sobrevive nas competições europeias. Apesar desse triunfo nerazzurro, a Itália segue despencando no ranking da UEFA, algo muito diferente da época em que os times da Velha Bota dominavam o cenário europeu e eram presença constante nas decisões.
Entre 1985 e 2005 os clubes italianos estiveram presentes em doze finais de Champions League, conquistando seis títulos. Nesse mesmo período, quase todos os craques do planeta vestiram a camisa de alguma agremiação da Serie A: Falcão, Zico, Platini, Maradona, Sócrates, Careca, Michael Laudrup, Boniek, Rijkaard, Gullit, Van Basten, Matthaus, Brehme, Klinsmann, Hagi, Stoichkov, Batistuta, Bergkamp, Weah, Nedved, Zidane, Ronaldo, Henry, Ibrahimovic e Kaká, sem contar os nativos, transformaram a Itália na maior vitrine do futebol mundial em todos os tempos.
Coincidentemente, o ápice – em termos de resultado – italiano na Europa deu-se justamente no momento em que a liga já vivia o início de seu declínio. Na temporada 2002/3, três equipes do país estiveram presentes na semifinal do torneio (algo realizado pela Espanha três anos antes e pela Inglaterra cinco anos depois) quando Milan e Inter fizeram um derby pela vaga na final, enquanto a Juventus de Nedved despachava os Galácticos do Real Madrid na outra chave.  
Bons tempos...   
  

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

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O adeus de um craque.
Estou de acordo com os que dizem que Ronaldo adiou sua aposentadoria por tempo demais. Esse é o sentimento de quem o viu no auge, mas se sentia incomodado por vê-lo se arrastando pelos gramados brasileiros.
Só que também tenho a consciência de que essa era uma decisão que pertencia apenas ao jogador. Aliás, que jogador! Um craque de primeira linha. Um gigante que certamente deixa seu nome entre os maiores da história.
Agora, só restam lembranças. Preferencialmente, dos momentos em que o Fenômeno fazia o difícil parecer fácil e subvertia a lógica com a bola nos pés.
Feliz de quem o viu jogar...

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Lembra desse?!

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Já vi esse filme.
A notícia de que, na última quinta-feira, Romário trocou a Câmara dos Deputados por uma partida de futevôlei na Barra da Tijuca não me surpreendeu. O ambiente engravatado de Brasília nunca foi sua praia e sua eleição está longe de ser motivo de orgulho para o esporte brasileiro.
No entanto, o acontecido me fez lembrar de um episódio ocorrido ainda nos tempos do PSV, quando um teoricamente lesionado Baixinho deixou a Holanda de muletas para logo se livrar delas ao desembarcar no Rio e participar de outra animada partida de futevôlei. Para a sorte do clube de Eindhoven, o craque compensava essas pisadas na bola com gols incríveis. Infelizmente, não acredito que o agora deputado federal conseguirá compensar sua ausência de forma tão brilhante...

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